Vol.48 n° 2



Artigo completo


Reconstrução Nasal: análise de 253 casos realizados no Instituto Nacional de Câncer*
Nasal Reconstruction at the Brazilian National Cancer Institute: experience in 253 cases


Marcus Vinicius Ponte de Souza Filho,1 Rudolf Nunes Kobig,1 Patrícia Breder de Barros,1 Márcio José Abreu Dibe 2 e Paulo Roberto Albuquerque Leal 3

Resumo

Foram analisados 253 casos de reconstrução nasal, 80,63% devido a carcinoma basocelular e 7,51% devido a carcinoma espinocelular. As principais áreas comprometidas foram: dorso (41,50%), asa (30,43%), ponta (24,90%) e parede lateral (12,25%). Excluindo-se o avançamento direto simples, o principal procedimento utilizado na reconstrução do dorso foi o retalho dorso-glabelar (17,14%); da asa nasal, o retalho nasogeniano (55,84%); da ponta, o retalho bilobado (20,63%) e da parede lateral, o retalho nasogeniano (58,06%). Para os casos de reconstrução total de nariz (2,77%) o procedimento mais utilizado foi o retalho de Converse (71,42%).


Palavras-chave: neoplasias nasais; carcinoma; nariz; reconstrução; retalhos cirúrgicos.

*Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Instituto Nacional de Câncer para obtenção de Título de Residência em Cirurgia Plástica.
1Médico Residente. Serviço de Cirurgia Plástica Reparadora e Microcirurgia, Instituto Nacional de Câncer (INCA).
2Médico Assistente. Serviço de Cirurgia Plástica Reparadora e Microcirurgia, Instituto Nacional de Câncer (INCA).
3Chefe do Serviço de Cirurgia Plástica Reparadora e Microcirurgia, Instituto Nacional de Câncer (INCA). Enviar correspondência para P.R.A.L. INCA, Serviço de Cirurgia Plástica Reparadora e Microcirurgia, 8º andar, Praça da Cruz Vermelha 23, Centro, 22230-130 Rio de Janeiro, RJ - Brasil.
Recebido em janeiro de 2002.


Revista Brasileira de Cancerologia - Volume 48 n°2 Abr/Maio/Jun 2002