A permanente produção de informações sobre a incidência de câncer, assim como alterações na metodologia de cálculo, impedem a comparação de estimativas de diferentes períodos. Por isso, as diferenças observadas entre as estimativas para o biênio 2016/2017 e as de anos anteriores não deve ser interpretada como tendência. Essa também é a indicação do projeto Globocan, da Agência Internacional de Pesquisa em Câncer (Iarc), da Organização Mundial da Saúde (OMS), que calcula as estimativas mundiais para incidência de câncer.
As estimativas permitem conhecer a provável incidência dos principais tipos de câncer num determinado território para planejar ações e programas de controle, além de auxiliar na definição de políticas públicas e alocação de recursos. Em resumo: as estimativas devem ser usadas para planejar ações futuras e não para fazer comparações históricas.
Em caso de necessidade de consulta específica para a Estimativa 2014, por favor, envie uma solicitação para ouvidoria.geral@inca.gov.br.