Dia Mundial sem Tabaco - 2017

O cigarro mata


Última modificação: 14/12/2018 | 14h15

O Dia Mundial Sem Tabaco – 31 de maio – foi criado em 1987 pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para alertar sobre as doenças e mortes evitáveis relacionadas ao tabagismo. No Brasil, o INCA é o responsável pela divulgação e elaboração do material técnico para subsidiar as comemorações em níveis federal, estadual e municipal.

Em 2017, o tema escolhido pela OMS foi "Tabaco: uma ameaça ao desenvolvimento".

O consumo do tabaco gera enormes gastos para as nações tanto pelos custos elevados de atenção à saúde como pela perda de produtividade no trabalho e vem sendo cada vez mais reconhecido como um fator agravante de pobreza, da fome, da desnutrição e, portanto, um entrave ao desenvolvimento sustentável de um país.

 

Como o consumo e a produção de tabaco ameaçam o desenvolvimento?

Segundo a OMS, a epidemia de tabagismo continua sendo a maior ameaça à saúde pública que o mundo já enfrentou. Os produtos de tabaco matam dois em cada três de seus consumidores e afetam também a saúde de pessoas que não fumam, mas inalam a fumaça de produtos de tabaco de terceiros (fumantes passivos).

A perda de produtividade e o tratamento de doenças relacionada ao tabaco são responsáveis por enormes prejuízos para as nações. No entanto, esses danos não se limitam à esfera do consumidor. A cadeia de produção de tabaco também é prejudicial para o meio ambiente (causa desmatamento), traz problemas sanitários e sociais para os agricultores que produzem tabaco.

 

O cigarro rouba

4.203.383 anos de vida são roubados por morte prematura e incapacidade.

  • 6,71 anos de vida das mulheres e -6,12 anos de vida dos homens, em média.
  • 2,45 anos de vida das mulheres ex-fumantes e -2,66 anos de vida dos homens ex-fumantes, em média.

 

O cigarro mata

  • 428 pessoas morrem por dia no brasil por causa do tabagismo.
  • 12,6% de todas as mortes que ocorrem no país podem ser atribuídas ao tabagismo.
  • 156.217 mortes poderiam ser evitadas a cada ano.

 

Ações que podem ser desenvolvidas

Apoiar os projetos de lei que favoreçam as políticas de controle do tabaco, como: proibição dos aditivos em produtos de tabaco, aprovação da CIDE Tabaco e implementação das embalagens padronizadas de cigarros.

Implementação, nos estados, do ICMS para produtos de tabaco, que deverá ser direcionado às ações de controle do tabaco em cada estado.

 

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