Causas e Prevenção

Formol


Última modificação: 26/11/2018 | 13h19

O Formaldeído, conhecido  popularmente como Formol, é um agente químico produzido em larga escala e começou a ser usado intensamente no Brasil a partir do ano 2000, nas formulações de produtos para alisamento e redução de volume dos fios de cabelo e em ambientes ocupacionais como indústrias, laboratórios e hospitais ou outros ambientes que manipulam diretamente o formaldeído e expõem os trabalhadores a níveis mais elevados do que a população em geral.

O formol evapora em condições normais de temperatura e o contato direto com grandes concentrações se torna altamente perigosa à saúde humana podendo resultar em diversos agravos.


Formas de exposição

No trabalho:

  • Os profissionais mais propensos a exposição ao formol, principalmente por inalação, são os que trabalham com fabricação de resinas, de plásticos de tecidos, de madeira, de papel e celulose; fundições, indústria de construção; laboratório de anatomia e serviço de embalsamento, cabeleireiros.

Ambiental:

  • As principais fontes de formol são os processos de combustão, tais como: emissões de veículos motores, usinas/centrais elétricas, incineradores, refinarias, fogões à lenha e a gás, aquecedores de querosene, fumaças de incêndios e de cigarro.

Principais efeitos à saúde

Efeitos agudos:

  • Irritações nos olhos, no trato gastrointestinal ou nas membranas das mucosas das vias respiratórias.

Efeitos crônicos:

  • Asma, espasmos, tosse, chiado, edema pulmonar, além de câncer de nasofaringe, leucemia, cavidade nasal e de seios paranasais, pulmão e outros cânceres hematológicos.

Medidas de controle

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária vem aos poucos elaborando leis cada vez mais restritivas ao uso do formol e propondo substituição desse agente em vários produtos. No entanto, empenhos devem ser feitos em relação a fiscalização dos ambientes de trabalho.