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O controle do tabaco no Brasil: uma trajetória


Última modificação: 12/02/2019 | 12h19

Ao longo das últimas décadas, após numerosas evidências científicas, não restam mais dúvidas sobre os prejuízos do fumo à saúde. Com mais de 4.700 substâncias tóxicas, o cigarro causa dependência e uma série de doenças, como câncer, doenças cardiovasculares e respiratórias, envelhecimento precoce, impotência sexual, menopausa precoce, osteoporose e catarata.

Esta exposição, fruto da parceria entre o instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA) e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), mostra os embates travados entre as organizações brasileiras ligadas à saúde pública e a indústria do fumo, a partir do século XX. Nesse período, o desenvolvimento industrial e o surgimento de novos estilos de vida  possibilitaram o aumento do consumo de cigarros. COm o tempo, aumentou também o número de doenças e mortes relacionadas ao tabagismo (doença causada pela dependência à nicotina, presente no cigarro),transformando-a em importante problema de saúde pública.

Nos próximos painéis, veremos como a produção e o uso do cigarro foram incentivados pela indústria e o que vem sendo feito pela saúde pública para que o Brasil avance no controle do tabaco e proteja gerações presentes e futuras.