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Campanha incentiva meninas a se vacinarem contra HPV


Publicado: 06/04/2016 | 16h35
Última modificação: 05/02/2018 | 11h50
A atriz Carolina Kasting e sua filha Cora, aparentemente com 10 anos, abraça a mãe e estão a frente de um fundo rosa. Ao lado um balão temático branco com os dizeres "Vacinação contra a HPV - Proteja o futuro de quem você mais ama"

Campanha para vacinação contra o HPV

A campanha nacional de mobilização, coordenada pelo Ministério da Saúde (MS), incentiva meninas de 9 a 13 anos a procurarem uma das 36 mil salas de vacinação no País para receber a vacina contra o HPV. A imunização é feita em duas doses injetáveis: a segunda dose deve ser administrada seis meses após a primeira. A orientação do MS é que meninas que ainda não receberam a primeira dose ou que não completaram o esquema vacinal sejam imunizadas durante a campanha de mobilização. A proteção só é conferida se as duas doses forem aplicadas e a vacina pode ser encontrada nos posto de saúde durante todo o ano.

O HPV é um vírus capaz de infectar a pele e mucosas e alguns tipos podem causar o câncer do colo do útero. "A vacina protege contra os tipos do HPV responsáveis por 70% dos casos de câncer do colo do útero", explica Maria Asuncion Solé Pla, tecnologista da Divisão de Detecção Precoce do INCA. Quarto tipo de câncer mais frequente em mulheres no País, estima-se que mais de 16 mil mulheres venham a desenvolver a doença este ano.

A tecnologista do INCA lembra ainda que mesmo as meninas vacinadas não devem deixar de realizar o exame citopatológico do colo do útero (Papanicolau) quando atingirem a idade recomendada (25 anos).

 

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