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INCA publica alerta contra dispositivos para fumar

Chance de jovem começar fumar cigarro convencional quadruplica com o uso de DEFs, e é erro ver na migração para aparelhos cessação do tabagismo

Publicado: 10/12/2019 | 11h59
Última modificação: 10/12/2019 | 14h32

O INCA publicou nesta terça-feira, 10, alerta sobre o uso de dispositivos eletrônicos para fumar (DEFs), que são aparelhos que funcionam com bateria e possuem diferentes formas e mecanismos, contêm inúmeras substâncias tóxicas e, em sua maioria, aditivos com sabores e nicotina , droga que causa dependência.

Entre os acidentes relatados pelo uso dos DEFs estão: acidentes por explosão das baterias que causam queimaduras, perda de partes do corpo e até morte; ingestão acidental dos líquidos, especialmente por crianças – esses líquidos contêm nicotina e pode ser inalado ou entrar em contato com pele e olhos; princípios de incêndio em residências e em outros locais; e doença pulmonar severa.

Uma revisão sistemática de estudos científicos mostrou que a chance de um jovem começar a fumar cigarros convencionais quadruplica com o uso de DEFs.

O INCA reafirma, assim, seu apoio à manutenção da Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), nº 46 de 2009, que proíbe a comercialização, a importação e a propaganda de quaisquer dispositivos eletrônicos para fumar.

Conheça o Alerta do INCA.

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