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Ministério da Saúde recebe primeiro relatório de atividades de Grupo de Trabalho que estuda a fosfoetanolamina


Publicado: 15/01/2016 | 15h45
Última modificação: 31/01/2018 | 11h53

Em relação à substância fosfoetanolamina, apresentada na imprensa como uma possível alternativa para o tratamento de diferentes tipos de câncer, o INCA esclarece que participa do Grupo de Trabalho (GT) instituído no final de outubro pelo Ministério da Saúde para realizar pesquisas quanto às potenciais propriedades terapêuticas da droga. O INCA será responsável pela condução de estudos clínicos em pacientes, que serão iniciados após a conclusão da fase pré-clínica, que está em desenvolvimento. O primeiro relatório do GT foi emitido em dezembro para o Ministério da Saúde. 

O INCA ressalta que procedimentos terapêuticos recomendados, necessariamente, são embasados em evidências científicas. Por isso, somente ao término dos estudos clínicos com a substância será possível elencar as possibilidades ou não de seu uso como medicação anti-cancerígena. Não há prazo determinado para o término do estudo, em função das variáveis que envolve. 

De acordo com a Nota Técnica 56 /2015 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, não há na Anvisa nenhum registro concedido e nem pedido de registro para medicamentos com o principio ativo fosfoetanolamina.
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