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No Dezembro Laranja, INCA lembra que é preciso prevenir o câncer de pele

Tipo não melanoma é o mais frequente, e o melanoma pode ser fatal, mas ambos têm cura se detectados no início

Publicado: 05/12/2019 | 14h02
Última modificação: 05/12/2019 | 16h43

O câncer de pele é o mais frequente no mundo e no Brasil e ocorre quando as células da pele se multiplicam sem controle. O do tipo melanoma (forma mais grave do tumor) ocorre mais raramente e pode levar à morte. Já o não melanoma (tumor maligno com baixa taxa de mortalidade) é mais frequente em ambos os sexos e menos grave, mas pode causar deformações no corpo. Ambos têm cura se descobertos logo no início. 

No Brasil, o INCA estima 85.170 casos novos de câncer de pele não melanoma entre homens; e 80.410 nas mulheres para cada ano do biênio 2018-2019. Esses números correspondem a um risco estimado de 82,53 casos novos a cada 100 mil homens e 75,84 para cada 100 mil mulheres. 

O câncer de pele não melanoma é o mais incidente em homens nas regiões Sul (160,08/100 mil), Sudeste (89,80/100 mil) e Centro-Oeste (69,27/100 mil). No Nordeste (53,75/100 mil) e Norte (23,74/100 mil), encontra-se na segunda posição. 
Entre as mulheres, é o mais frequente em todas as regiões do País, com um risco estimado de 97,46/100 mil na região Sul; 95,16/100 mil, na Sudeste; 92,66/100 mil, na Centro-Oeste; 45,59/100 mil na região Nordeste; e 27,71/100 mil na região Norte. 

Quanto ao melanoma, sua letalidade é elevada, porém sua ocorrência é considerada baixa (2.920 casos novos em homens e 3.340 casos novos em mulheres por ano). As maiores taxas estimadas em homens e mulheres são verificadas na região Sul. 

Conheça o folheto do INCA Câncer de pele: vamos falar sobre isso? e saiba como se prevenir e identificar a doença. 

Conheça as páginas do INCA sobre câncer melanoma e não melanoma

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