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A prevenção do câncer no Dia Internacional da Mulher


Publicado: 08/03/2016 | 13h02
Última modificação: 05/02/2018 | 11h06

O Dia Internacional da Mulher é uma oportunidade em todo o mundo para que a saúde da mulher faça parte de um debate que interessa a todos. Em relação ao câncer, o novo século traz um desafio para as autoridades de saúde e a sociedade em geral: o crescimento do número de casos da doença, principalmente em países em desenvolvimento como o Brasil – cerca de 300 mil casos de câncer deverão ocorrer em mulheres este ano no País. A boa notícia é que cerca de um terço das ocorrências podem ser prevenidas com escolhas saudáveis.

Não fumar é fundamental para evitar o câncer e outras doenças relacionadas ao tabaco. As principais causas de morte na população feminina são, em primeiro lugar, as doenças cardiovasculares (infarto agudo do miocárdio e acidente vascular encefálico); em segundo, as neoplasias malignas (mama, pulmão e colo de útero); e, em terceiro, as doenças respiratórias. Com frequência, as causas estão relacionadas ao tabagismo.

Além de parar de fumar, os hábitos alimentares desempenham um importante papel na prevenção do câncer. Mais da metade das mulheres brasileiras apresenta excesso de peso, e uma em cada quatro é obesa. O excesso de gordura corporal aumenta as chances de a mulher desenvolver alguns tipos de câncer como de mama, cólon e reto, endométrio e ovário. Uma alimentação saudável, com mais frutas, legumes, verduras, cereais integrais e feijões, ajuda na manutenção do peso adequado e protege contra o câncer.

O risco do câncer de mama pode ser reduzido com a manutenção do peso corporal adequado, a prática de atividade física e o não consumo de bebidas alcoólicas. A amamentação também é considerada um fator protetor.

Para mulheres de 50 a 69 anos de idade, o Ministério da Saúde recomenda a realização de uma mamografia de rotina a cada 2 anos. Para conhecer os riscos e benefícios dessa prática, acesse a cartilha Vamos falar sobre isso?

Já o câncer do colo útero pode ser prevenido com vacinação contra o HPV em meninas de 9 a 13 anos e a realização do exame preventivo (Papanicoloau) em mulheres de 25 a 64 anos, a cada três anos.

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